Ghar Dalam

Ghar Dalam

Ghar Dalam è o sitio arqueologico mais antigo de Mala, cujo nome significa “gruta da escuridao”, e è mais um daqueles lugares em Malta que se encaixava perfeitamente no estilo: “jà que tà no caminho e eu tenho tempo, vou dar uma paradinha”. 

È uma caverna com uns 150m de profundidade, mas apenas os 50 primeiros metros estao abertos à visitaçao, onde è possivel observar estratos de rochas com os diversos restos dos antigos “habitantes” da caverna.

Os estratos mostram restos de elefantes anoes, hipopotamos que habitaram a ilha hà 500 mil anos, restos de cervos de 18 mil anos e tb restos humanos de mais de 7 mil anos atras.

Foi muito curioso encontrar numa unica e pequena caverna restos de animais africanos junto com restos de animais tipicamente alpinos. Um lugar tao pequeno onde se aprende tanto sobre a origem, a historia, a vida e a estrutura da Terra!

O aprendizado mesmo se dà no pequeno museo na entrada de Ghar Dalam, onde sao guardados alguns ossos e utensilios encontrados a caverna (a maior parte das coisas encontradas ali estao no Museu Arqueologico de Valletta), e explicaçoes geologicas sobre como esses animais todos foram parar naquela caverna.

Ghar Dalam nao è nenhum lugar que eu classificaria como “imperdivel”, mas gostei muito de visità-lo.

As 3 cidades de Malta

As 3 cidades de Malta

As chamadas “tres cidades de Malta” sao realmente 3 cidades, Vittoriosa, Senglea e Cospicua, que se  reuniriam dentro de um dos maiores projetos de arquitetura militar feitos pelos Cavaleiros de Malta – Cottonera Lines.

Quer dizer, segundo o guia, o projeto da Cottonera Lines iniciou em 1670, mas o dinheiro acabou antes da fortificaçao ficar pronta e em 1680 a obra foi interrompida, com a morte do Gran Maestro Nicolas Cottoner, seu idealizador.

De qq modo, nao tem muito muro visivel na regiao e o que tem de mais interessante da tal Cottonera Lines è a porta de Zabbar, em Cospicua, uma obra de arte feita em 1675 que mistura potencia militar e elegancia.

Se o objetivo era murar 3 cidades, significa que as tais cidades nao eram tao grandes assim… Realmente, procurando lugar pra estacionar o carro, fomos parar em Vittoriosa, sem nem perceber que Senglea e Cospicua jà tinham passado!

Foto tirada daqui.

Outro motivo para que nos perdessemos è que essas cidades possuem dois nomes e, nas placas, cada vez era mencionado um nome diferente. Pra nao errar: Vittoriosa = Birgu, Senglea = L’Isla e Cospicua = Bormla.

Como jà estavamos em Vittoriosa mesmo, começamos a nossa visita por ali.  

Nao acho que fizemos uma boa escolha! È a cidade mais bonita das 3, onde os Cavaleiros decidiram viver quando chegaram em Malta em 1530.

O problema è que depois de passear por uma Vittoriosa linda de morrer, Senglea e Cospicua ficaram penalizadas e nao as achei tao interessantes assim…

Senglea segue mais ou menos o mesmo estilo de Vittoriosa, mas è uma cidade menos “imponente”.  Na extremidade da peninsula fica o Safe Haven Gardens, cartao postal de Senglea:

È um jardim pensil onde fica a Gardjola, uma guarita hexagonal, que possui em cada face, uma representaçao de um olho, de uma orelha e de um pelicano, que simbolizam a vigilancia dos Cavaleiros contra os inimigos.

Mas bonita mesmo è a vista que se tem de Valletta, Vittoriosa e de todo o Grand Harbour.

Jà Cospicua fica no meio das duas peninsulas de Vittoriosa e Senglea. È a mais movimentada e a menos interessante das 3 cidades e, excluindo a porta de Zabbar, a cidade nao me entusiasmou… Culpa minha! Deveria ter começado a minha visita por ela…

Dizem que em Cospicua as festas populares costumam ser bem animadas e, quando estivemos ali, a cidade estava se preparando e se enfeitando com  grandes imagens de santos e herois e tb estandartes para a festa da Imaculada Conceiçao… Uma pena que nao ficamos para conferir a festa.

Mosta

Mosta

Quando estavamos indo de Valleta a Mdina, acabamos confundindo um pouco as estradas e fomos parar em Mosta. A proposito, errar estrada em Malta nao è um problema, no maximo vc acaba percorrendo uns 5 ou 6 km a mais do previsto; a ilha è tao pequena que para atravessà-la, de ponta a ponta, bastam uns 30km…

Pois bem, erramos a estrada e todas as placas indicavam Mosta. Fiquei curiosa com tanta indicaçao na estrada e fui conferir no guia o que Mosta tinha para oferecer…

Pois bem, Mosta è uma das maiores cidades de Malta, com quase 20 mil habitantes, e possui uma igreja com, segundo o guia, a terceira maior cupola da Europa – perde sò para a Basilica de Sao Pedro no Vaticano e para Santa Sofia em Istambul.

A tal cupola è grande de verdade; da estrada jà dava para avistá-la. Entao, resolvemos dar uma paradinha em Mosta para ver a  tal igreja de perto.

Nao è à toa que os malteses chamam essa igreja de “Rotunda”, ela è formada sò de cupola! Segundo o guia, ela foi inspirada ao Pantheon de Roma e construida com a mesma tècnica (uma espiral conica de tijolos). O interior è bem bonito e redondo, com seis capelas menores dispostas ao redor do altar.

Foi uma visita interessante, mas sò vale a pena para quem estiver de passagem por ali e tiver tempo. Fora a cupola da igreja, Mosta nao tem mais nada para oferecer a um turista; è uma cidade normalissima e atè meio sem graça.

Mdina

Mdina

Mdina è uma graciosa cidade localizada quase no centro da ilha e em um dos pontos mais altos de Malta, escolhido a dedo, por questoes estrategicas, e nao è pra menos, por ali jà passou todo tipo de gente.

A historia de Mdina começa com os fenicios, que fortificaram a cidade pela primeira vez, daì vieram os romanos, que ampliaram as fronteiras da cidade e a converteram em “municipium” (o segundo grau mais elevado para uma cidade romana).

Em 870 vieram os arabes, reduziram as dimensoes da cidade, construiram a fortificaçao atè hj presente, a elegeram capital e deram o atual nome de Mdina, que em arabe quer dizer “cidade murada”.

Em seguida vieram os normandos, depois a Ordem de Malta… atè que começou o declinio de Mdina com o surgimento da atual capital Valletta.

Aì um terremoto em 1693 destruiu tudo; porem acabou favorecendo a reconstruçao de novos predios na cidade em estilo barroco.

Hoje, Mdina è a menor cidade de Malta, com menos de 300 habitantes, e com exceçao dos poucos carros dos moradores, è inteiramente destinada a pedestres.

Aliàs, essa foi a unica cidade de Malta onde o nosso carro alugado foi um problema. Fora dos muros de Mdina existe um estacionamento enorme e lotaderrimo! Passamos uma boa hora rodando pra là e pra cà atè achar uma vaga para estacionar.

Atravessar o portao principal da cidade è como atravessar um tunel do tempo: Mdina è incrivelmente bem conservada e, è claro, que è na avenida principal (Villegaignon) onde estao as construçoes mais bonitas e a maior concentraçao de turistas.

Mas eu gostei mesmo de passear pelo labirinto de ruazinhas vazias, charmoserrimas, e muitas formando um angulo reto. Nessas ruazinhas faz mais sentido o apelido de “cidade silenciosa” de Mdina.

Mdina, apesar de ter algumas construçoes que se destacam, como o Palacio de Vilhena e a Catedral de Sao Paulo, nao tem nada de particularmente interessante para ser visitado.

Mas è o conjunto das construçoes, ruas e muro que torna Mdina em um lugar imperdivel quando se vai a Malta.

Hipogeu de Hal Saflieni

Hipogeu de Hal Saflieni

Quando nòs decidimos de viajar a Malta, eu comecei a ler tudo sobre os Cavaleiros de Malta, achando que o auge da visita seria alguma coisa relacionada a eles. Mas quando comecei a estudar mais a fundo as principais atraçoes turisticas do pais, me dei conta de que Malta tem mais a oferecer no que se refera à prè-historia do que sobre os Cavaleiros.

Um dos simbolos do pais, presentes em quase todos os cartoes-postais e inclusive na moeda de 1 euro cunhada em Malta, é uma grande construçao subterranea da idade do bronze chamada Hipogeu de Hal Saflieni.

Esse hipogeu nao era apenas um simples lugar de sepulturas, mas um templo subterraneo escavado nos mesmos moldes que os templos megaliticos de superficie, com decoraçoes no teto, janelas, escadas… Um lugar unico no mundo!

Para visitá-lo  è preciso se programar com bastante antecedencia. Sao admitidos apenas 80 pessoas por dia, divididos por horarios em grupos de 10 e isso significa que quem nao comprar os ingressos com antecedencia pela internet, nao entra!

Dà pra tentar a sorte nos 2 tours last-minute disponiveis: um ao meio-dia e outro as 16h. Esses tours sao colocados à venda no dia anterior da visita, no sistema: “quem chegar primeiro, leva”.

No horario marcado, os 10 turistas da vez seguem para uma sala onde tem uma TV que conta a historia e explica um pouco sobre o hipogeu. A TV è muda e cada um ouve as explicaçoes na lingua que escolher nos fones de ouvido que serao uteis por todo o tour.

Terminado o programa de TV, o fone de ouvido nos convida para seguir por uma porta em fila indiana. Dentro do hipogeu foram colocadas passarelas estreitas  e os lugares vao sendo iluminados conforme as explicaçoes vao sendo dadas.

O ideal è se posicionar bem no meio da fila indiana, pra ficar exatamente de frente para o que serà iluminado e ter uma visao melhor do que está sendo explicado.

Depois da visita ao hipogeu, parada obrigatoria è o museu arqueologico de Valletta para ver de perto a Sleeping Lady, uma estatua pequena encontrada em Hal Saflieni, que representa uma mulher com dimensoes bem generosas deitada de lado em uma cama.

Como è terminantemente proibido tirar fotos do hipogeu, as que eu usei para ilustrar o post foram tiradas do Google.

Templos Megaliticos

Templos Megaliticos

Antes de visitar Malta, eu acreditava que toda a atraçao turistica das ilhas fossem relacionadas aos Cavaleiros e à Cruz de Malta, as minhas unicas referencias sobre o pais. Que nada! Malta e Gozo sao famosas tambem pelos interessantissimos templos megaliticos.

Como o nome sugere, megalitico quer dizer “pedra grande”, ou seja, esses templos malteses sao estruturas feitas com enormes pedras colocadas verticalmente no terreno de modo a criar uma construçao muito particular. Sao todos formados por um muro externo que abriga “celulas” dispostas ao redor de um corredor.

Essa foto aerea do Templo de Ggantija foi gentilmente surrupiada desse site.

Os templos megaliticos de Malta e Gozo foram construidos aproximadamente a partir do ano 3800 antes de Cristo. Isso quer dizer que há mais de mil anos antes da construçao das piramides do Egito, em Malta já existiam pessoas carregando pedras de mais de 20 toneladas para seus templos.

E como os malteses primitivos carregavam todo esse peso? Alguns dizem que eles usavam um plano inclinado e um sistema de alavancas (lembra das aulas de fisica?), mas por causa de umas bolas de pedras encontradas por ali, outros acreditam que as pedras grandes para os templos eram transportadas sobre elas.

Sao sete os templos megaliticos de Malta, mas nòs visitamos apenas os templos de Ggantija, em Gozo, e os templos de Tarxien, Hagar Qim e Mnajdra, em Malta.

Apesar de possuirem sempre a mesma estrutura, esses templos nao foram construidos simultaneamente e, com isso, com o passar dos seculos, dá pra notar caracteristicas mais complessas, como mais celulas em cada templo e elementos decorativos nos blocos de pedra internos.

Os arqueologos acreditam que esses templos eram lugares de culto e que os malteses primitivos adoravam uma divindade relacionada à  fertilidade, considerando a enorme quantidade de estatuas e representacoes de figuras femininas muito gordas.

A maior parte das estatuas dessas deusas de “acentuadas proporçoes” estao no Museu Arqueologico de Valletta e uma das mais importantes é a chamada “Venus de Malta”: um corpo generoso, com seios fartos e tudo muito proporcional.

Um dado curioso sobre os malteses primitivos è que logo apos a construçao do ultimo templo eles simplesmente desapareceram do mapa. Nao existem tracos de habitantes em Malta entre os anos de 2500 e 2000 antes de Cristo e ninguem sabe dizer o motivo. Talvez eles tenham sido exterminados por alguma doença ou simplesmentes emigraram em busca de terras mais ferteis… A partir de 2000 a.C. reaparecem vestigios de presença humana, mas um povo muito diverso do primeiro, inclusive com conhecimentos tecnicos considerados inferiores.

Malta: antes de ir

Malta: antes de ir

Antes de escrever sobre os lugares por onde passamos em Malta, queria deixar registradas algumas informaçoes praticas sobre essa ilha, pra mim tao desconhecida e tao surpreendente.

Territòrio:

O que eu chamava simplesmente “Malta”, na realidade é um arquipelago, formado por duas ilhas principais, Malta e Gozo, e das ilhotas Comino, Cominotto e Filfla. A ilha de Malta è a maior delas, mas mesmo assim o territorio è pouca coisa maior que 300km2 e aproximadamente 400 mil pessoas vivem ali.

O fato de estar em uma ilha tao pequena me deu aquela sensaçao aconchegante de cidade do interior, pois é tudo tao pertinho que todos os dias encontravamos as mesmas pessoas nos restaurantes, nos cafès e nas atraçoes turisticas. Acredito que se eu ficasse mais uns 2 dias ali, saberia da vida de todo mundo!

Quando ir:

Uma das vantagens de Malta è que dà pra visità-la todo o ano. O verao é quente e seco e no inverno o clima é agradavel mas pode chover. Como eu sofro com muito calor, preferimos arriscar a sorte e fomos no inverno. Foram 4 dias de muito sol e temperaturas em torno dos 20 graus em pleno mes de dezembro!

De repente vale a pena agendar a visita a Malta de acordo com os eventos da ilha, que dizem que sao muito animados. Nòs viajamos no feriado da Imaculada Conceicao (8 de dezembro) – mas só pq tb è feriado na Italia –  e topamos com uma Malta muito viva: decoracoes especificas para a data, desfiles de escoteiros, shows em praças, fogos de artificio e muita gente na rua!

Transporte:

O jeito mais pratico de percorrer toda a ilha è alugar um carro. O ùnico “detalhe” è que Malta utiliza a mao inglesa.

Nòs alugamos um carro pela Hertz e o marido se virou bem no volante: as estradas sao boas e bem sinalizadas, as distancias sao curtas (nao mais que 40km para atravessar a ilha toda!)  e nao tinha quase nada de trafego. As maiores dificuldades eram lembrar de entrar nas rotatorias no sentido contrario e arrumar um lugar para estacionar.

Uma vantagem do carro é que, para os 4 dias que ficamos na ilha, nòs gastamos apenas 10 euros de combustivel, nem um quarto de tanque!

Em Malta tem muitos taxistas que ficam a disposiçao dos turistas para tours de meio dia ou de dia todo pela ilha. Enquanto esperava o meu horario para entrar num sitio arqueologico, presenciei as negociacoes entre um taxista e um casal de espanhois: o taxista estava cobrando 200 euros para um tour de um dia inteiro.

O transporte publico de Malta è um dos mais charmosos que já vi. Os onibus sao muito bonitos, mas nao sei dizer se sao eficientes e com horarios e itinerarios convenientes, pois nao os utilizei.

Onde ficar:

Malta tem opcao de hotel para todos os bolsos e gostos, sò nao existem hoteis 5 estrelas dentro dos muros de Valletta.

A localizacao do hotel, pelo que eu pude perceber, nao faz muita diferença, pois a ilha é muito pequena e muito populosa. Atè quem nao tem um meio de transporte proprio acredito que nao và ter problemas para encontrar um ponto de onibus ou um taxi nos arredores.

Nòs ficamos hospedados no Phoenicia, um hotel historico, localizado imediatamente fora dos muros de Valletta, a dois passos do portao principal e na frente da praça dos Tritoes, um tipo de “rodoviaria” local e gostamos tanto do hotel quanto da localizaçao.

O que comer:

Pra ser sincera eu estava esperando encontrar muito mais opcoes de peixe nos restaurantes de comida tipica de Malta… mas o que predominava nos menus era a carne de coelho, muito saborosa por sinal. Outra constante nos menus era o tradicional queijo de Gozo, um queijo branco de cabra, muito salgado (para o meu gosto) e envolto em pimenta.

Outras comidas tipicas, presentes na maior parte dos bares e restaurantes sao umas salsichas temperadas com coentro (que nao me conquistaram), um tipo de “pasta” de feijao meio sem gosto mas que eu gostei bastante e uns sanduiches com recheios diversos e abundantes feito com um pao espetacular, chamado ftira.

Ah, e eles capricham no alho!

Quanto tempo:

Cada um tem seu proprio ritmo de viagem, mas, como jà disse, Malta è muito pequena e dà pra rodar por tudo em 3 dias. Nòs ficamos 4 dias e visitamos tudo o que queriamos e mais um pouco sem nenhuma pressa.

O que visitar:

Antes de ir a Malta, eu achava que o mais interessante de se visitar fosse tudo o que estivesse relacionado aos Cavaleiros de Malta – a minha unica referencia da ilha. E nao è que Malta è muito mais que isso! A prè-historia em Malta é fascinante e os sitios arqueologicos merecem uma visita. E pra quem gosta de praia, dizem que no verao a Blue Lagoon seja o melhor lugar para um banho – e que por isso mesmo vive lotada!

Nosso tour por Malta incluiu as cidades de Valletta e Mdina, um pulinho em Mosta para ver a igreja, as chamadas “tres cidades”: Cospicua, Vittoriosa e Senglea, e tb a capital da ilha de Gozo, Victoria. E tambem passeamos pelos Templos Megaliticos de Hagar Qim, Mnajdra, Tarxien e de Ggantija em Gozo, e completamos o passeio pre-historico com o Hipogeu de Hal Saflieni e a caverna de Ghar Dalam.

Pra nao dizer que nao vimos a natureza de Malta, demos só uma passadinha na “Azure Window” em Gozo, e como nao estavamos com vontade de pegar barcos, nem cogitamos de fazer um passeio a Blue Grotto e nem a Blue Lagoon em Comino. 

É sempre bom saber:

Malta faz parte da Uniao Europeia, entao as regras relativas ao passaporte, carteira de motorista, seguro de saude, etc… sao as mesmas vigentes em qualquer outro pais europeu. O euro entrou em vigor no inicio de 2008 e com isso o cambio se tornou um problema a menos.

Existem duas linguas oficiais o maltese e o ingles. Nos lugares mais turisticos, todo mundo falava italiano tambem.

Malta è um pais catolico e, como na Italia, quem nao està devidamente vestido fica proibido de entrar nas igrejas. As mulheres devem estar com os ombros cobertos e nada de bermudas para os homens.

Todos os museus e sitios arqueologicos publicos em Malta funcionam das 9h às 17h, todos os dias, inclusive domingos e feriados, por determinaçao legal. Mas tem pegadinha: para que tudo esteja fechado às 17h, muitos lugares admitem a entrada dos turistas até as 16h ou 16h30… Entao è bom chegar cedo para nao dar com o nariz na porta!

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