Chiang Mai

Chiang Mai è a principal cidade do norte da Tailandia,  e segunda maior cidade do pais, mas nem por isso perde aquele jeitinho de cidade do interior, com uma atmosfera bem tranquila, principalmente se a compararmos à frenetica Bangkok.

A principal atraçao de Chiang Mai sao os vaaarios templos da epoca do reino de Lanna. Diz a lenda que se vc visitar 9 templos em Chiang Mai, vc garante prosperidade e sorte na vida.

Como templo è o que nao falta em Chiang Mai e, considerando que sao todos muito proximos uns dos outros, eu devo ter visitado uns 20 deles, garantindo properidade e sorte nessa vida e em todas as outras.

No começo da visita a Chiang Mai, eu atè tentei me ater ao programa, escolher a dedo os templos mais importantes a serem visitados e ler sobre sua historia. Mas no segundo templo eu jà tinha desistido do programa!

Em Chiang Mai eu me senti como na minha primeira vez em Roma. Assim como em Roma eu entrava na primeira igreja que encontrava pelo caminho, em Chiang Mai, eu entrava em todos os templos possiveis por onde passava e ficava sempre deslumbrada com a beleza do lugar.

Assim como aconteceu com as igrejas em Roma, eu tenho um milhao de fotos de templos em Chiang Mai que nao faço a menor ideia de quais sejam. Nao me preocupava em saber o nome, a historia, o estilo arquitetonico, nada disso. Eu entrava, me deslumbrava e tirava foto. Simples assim.

Alguem saberia me dizer o que o Pato Donald tà fazendo ali?

Entao a unica coisa que eu tenho a dizer sobre Chiang Mai è que è uma cidade adoravel recheada de templos lindos!  😳

Phimai – o pai de Angkor Wat

Phimai è uma cidadezinha tailandesa localizada na parte nordeste do pais, na provicia de Nakhon Ratchasima. Antigamente ficava no caminho de uma importante via comercial que ligava a capital Angkor com a regiao norte do reino, mas hoje fica no meio do nada e è muito fora de mao chegar là.

Mas como nao acrescentar numa viagem à Tailandia um dos mais importantes templos budistas do pais, construido quase 1000 anos atras?

Diz a lenda (e hà controversias a respeito) de que Phimai serviu de modelo para a construçao de Angkor Wat no Camboja, pois possui varios elementos estilisticos e estruturais em comum com o templo cambojano, mas foi construido um seculo antes.

Todo mundo salienta a diferença de Phimai com a maior parte dos templos khmer: è que Phimai esta voltado ao sul, em direçao de Angkor, e nao a leste, e mesmo que nao tenha sido o precursor de Angkor Wat, foi com certeza um importante centro do Imperio Khmer.

Apesar de fora de mao, gostei bastante de visitar Phimai. Alem de ser um dos monumentos mais bem restaurados da Tailandia, o lugar è super organizado, tem um centro de informaçao que dà folhetos informativos gratuitamente e em ingles, e foge um pouco dos lugares turisticos super batidos da Tailandia. A maior parte dos turistas ali eram monges e estudantes…

O maior cajueiro tailandes do mundo

Depois da visita ao templo de Phimai, na Tailandia, estavamos morrendo de fome e, segundo a Lonely Planet, o melhor lugar para comer o Pad Thai versao local (com um tipo de noodles diferente e mais forte de sabor) eram as barraquinhas nos arredores de Sai Ngam.

Eu achava que Sai Ngam fosse algum outro monumento local, pois nao tinha lido ainda, o quadro explicativo a respeito. Chegando nas tais barraquinhas è que fui descobrir que Sai Ngam quer dizer “wonderful banyan”  e è uma arvore gigantesca com mais de 350 anos, que me lembrou muito o maior cajueiro do mundo que vi em Natal.

O crescimento da arvore (o meu completo desconhecimento de botanica me impede de saber que arvore è esse tal de banyan), segue mesmo principio do cajueiro brasileiro: as raizes surgem dos galhos e vao se espalhando.

Duas coisas me chamaram a atençao nessa arvore: a primeira è que parece que a arvore se transformou num lugar meio mistico-sagrado.

Sob a sua sombra tem gente rezando num  mini altar budista construido ali, tem um outro “altar” em homenagem à rainha que visitou Sai Ngam alguns anos atras, e varias pessoas que prestavam homenagem a ela; tinha atè um fulano que lia a sorte, mas as pessoas nao estavam muito interessadas nele…

E segundo è que foi ali que fui descobrir que na Tailandia eles contam a data a partir do inicio da era budista, que comecou, segundo o nosso calendario, no ano 543 a.C.

Eu ja estava meio desconfiada quando vi no recibo de um hotel que a data foi preenchida com o ano 2555, tb tinha reparado que as datas das plaquinhas informativas do museu de Ban Chiang nao coincidiam com as explicaçoes que eu tinha em maos, mas sempre achava que o problema era meu,  que nao tinha entendido a letra do cara do hotel, ou que as informaçoes que eu tinha nao eram confiaveis…

Atè que no cartaz que presta a homenagem à rainha, na versao tailandesa e na versao em ingles,  os anos sao escritos diferentes, o que me levou a pesquisar a respeito.  Cajueiro tailandes tambem è cultura! 🙂

(Por acaso alguem sabia dessa diferença de datas e sò eu estava na ignorancia?)

Mercado flutuante Damnoen Saduak

Uma das imagens que tinha na minha mente sobre a Tailandia, antes de viajar, eram aquelas fotos super coloridas dos mercados flutuantes, com barcos vendendo frutas, verduras e comidas exoticas, e quando estava organizando a viagem, a visita a um desses mercados nao poderia faltar.

Eu tinha lido em varios lugares que esses tais mercados um dia jà foram interessantes mas que hoje nao passam de lugares pega-turista, mas mesmo assim eu precisava ver pra crer, sò estava em duvida sobre qual escolher.

Depois de pesquisar sobre as varias opçoes, eu fiquei em duvida entre o mais fotografado e turistico Damnoen Saduak e o mercado galegiante de Amphawa, que è noturno. Acabamos escolhendo o Damnoen Saduak, pq se è o mais famoso, terà os seus motivos.

A dica que recebemos è para chegar o mais cedo possivel, para poder ver os barcos com as frutas e verduras. Pelo o que eu entendi, o mercado tailandes funciona que nem feira em cidade do interior do Brasil: quem chega tarde, nao encontra mais nada. Em assim sendo, madrugamos!

Chegando là, alugamos um barco no mesmo esquema “montagem industrial” tipico tailandes para atraçoes muito turisticas: os turistas vao chegando e vao sendo encaminhados de um lado para o outro, passando de pessoa a pessoa, atè entrarem no barco, meio sem entender como.

Avisaram que o passeio de barco pelo mercado flutuante dura mais ou menos 1h30, mas nòs nao conseguimos ficar mais do 45 minutos por ali.  Excluindo uma meia duzia de gente em barcos vendendo alimentos frescos, o resto sò vendia quinquilharias de qualidade duvidosa e souvenirs.

Sabe aquela sensaçao horrivel de tempo e dinheiro jogados fora? Pois è… saimos de là assim…. O pior è que nao posso nem reclamar que era uma atraçao pega-turista, eu fui consciente da furada…

Mulheres-girafas

Quando eu estava organizando a viagem para a Tailandia eu me deparei com um problema etico-turistico: visitar ou nao a cidade das mulheres-girafas. Caso decidisse visita-la, eu teria que organizar todo o meu roteiro de modo a incluir uma das provincias mais isoladas da Tailandia (Mae Hong Son).

Como eu nao tinha muito tempo à disposiçao, achei melhor deixar essa regiao para ser visitada como se deve numa proxima viagem (o Mae Hong Son Loop entrou na minha listinha…) e acabei esquecendo as mulheres-girafas.

Mas chegando em Chiang Mai, vi que uma das atraçoes dos arredores da cidade è justamente a aldeia das mulheres-girafas. Sem saber muito bem do que se tratava, pois aquela nao è a regiao das mulheres-girafas, fui conferir mesmo assim.

Para chegar là existem 2 opçoes: de carro ou de elefante. Tem uma outra atraçao ali na regiao que è andar de elefante e o tour com o elefante compreende a visita à aldeia das mulheres-girafas. Eu escolhi ir de taxi.

Chegando là, descobri que nao è exatamente uma aldeia das mulheres-girafas, è mais um “museu etnico”, com a reproduçao dos estilos de vida das varias etnias de montanha da Tailandia, cada uma com lingua, costumes, roupas, religioes proprias, entre eles a etnia karen (kayan) das mulheres girafa.

Falando assim atè parece interessante, mas na pratica è um zoo humano vero e proprio: Reconstruiram as casas tradicionais das varias etnias tailandesas, colocaram as pessoas para morarem ali, vendendo artesanato, e cobram ingresso dos turistas. E na entrada ainda dao explicaçoes sobre como se comportar durante a visita, no melhor estilo “nao de comida aos animais”.

Fazendo um paralelo com o Brasil, è como se inventassem um museu onde pudessemos ver gauchos de bombacha vendendo chimarrao, cariocas com roupas de rainha da bateria de escola de samba vendendo pandeiro, baianas vendendo berimbau… E’ triste de ver, mas ao mesmo tempo, nao dà pra condenar totalmente esse tipo de trabalho.

A maior parte dessas tribos de montanha vivem em uma situaçao complicada porque sao apatridas e, por nao possurem a cidadania tailandesa, nao podem trabalhar legalmente, nao tem nenhum tipo de assistencia sanitaria, nao podem matricular os filhos na escola, nao podem comprar terras… Sao aliens que encontraram no turismo uma forma de sobreviver.

Ah, e ao contrario do que eu pensava, os colares que elas usam nao faz mal para a saude. Elas tem sim o pescoço mais comprido, mas podem por e tirar o colar quando bem entendem (elas tem varias fotos sem o colar para satisfazer a curiosidade dos turistas). Seria a versao tailandesa para os nossos piercings e tatuagens.

A cachoeira d’A Praia

Quando comentavamos que estavamos indo pra Tailandia, as perguntas eram sempre se iriamos visitar as praias paradisiacas que existem no sul do pais, e mais especificamente se iriamos na famosa praia daquele filme do Di Caprio.

Quem le o blog sabe que praia nao è a minha praia…  e dessa vez cheguei ao cumulo de passar 12 dias rodando sò pela Tailandia sem nem chegar perto de uma.

Mas mesmo sem ter ido à praia, nao escapei de um cenario do filme do Di Caprio: a cachoeira Nam Tok Haew Suwat localizada no parque nacional Khao Yai. Diz o nosso guia que essa cachoeira tambem aparece no filme A Praia e que desde entao è a campea de visitas do parque.

Sim, è uma cachoeira bonita… mas nao acrescentou muita coisa à nossa visita ao parque… Talvez pq eu nao tenha visto o  filme,, mas principalmente porque è proibido tomar banho nela… 🙁

Tiger Kingdom

Nos arredores de Chiang Mai, na Tailandia, existe uma infinidade de coisas pra se ver/fazer que tem gosto, cor e cheiro de tourist trap, mas como uma boa turista que sou e jà que me dispus a ir atè Chiang Mai, fui conferir algumas dessas atraçoes .

Uma delas è o Tiger Kingdom: 4 jaulas com tigres onde os turistas podem entrar com um domador e brincar e acaraciar os tigres.

Cada jaula contem 4 ou 5 tigres de uma mesma idade, entao tem a jaula dos recem-nascidos, tem a jaula dos tigres, digamos, adolescentes, dos tigres adultos e dos tigres velhos.

Vc escolhe em qual ou quais jaulas vc quer entrar e compra o bilhete correspondente. E’ claro que a jaula dos recem-nascidos e dos tigres velhos (que sao os tigres maiores) custam mais caro e sao as mais disputadas.  Nòs escolhemos exatamente essas duas jaulas pra visitar e gastamos mais ou menos 1200 Baht cada um.

Como sao as jaulas mais requisitadas, sao as jaulas que tem mais fila de espera para entrar, mas nao esperamos mais do que meia hora em cada uma para os nossos 15 minutos com os felinos.

O lugar è super organizado e funciona meio como uma cadeia de montagem: vc recebe um numero e vai pulando de tigre em tigre, de jaula em jaula.

Sinceramente, esse nao è o meu tipo de programa preferido, eu prefiro ver os animais soltos na selva, mas confesso que me diverti horrores, tirei milhares de fotos fantasticas com os tigres e, tourist trap ou nao, quem gosta de zoologicos e/ou tem filhos pequenos nao pode perder o Tiger Kingdom.

Lop Buri: o planeta dos macacos

Lop Buri na Tailandia, localizada a uns 150km a norte de Ayutthaya, tem là suas atraçoes historico-turisticas, como algumas ruinas de templos khmer antigos, o mercado, o museu… Mas o que me levou a desviar o caminho para ir atè Lop Buri era bem menos cultural… Assumo: eu fui là por causa dos macacos.

Eu sabia que Lop Buri era famosa por causa dos macacos que moram nas ruinas dos templos e que gostam de roubar os turistas, mas eu achava que era mais um daqueles exageros de guias de turismo e nao imaginava que existissem tantos macacos por là e que eles realmente roubam os turistas!

Como meu interesse eram os macacos, eu limitei a minha visita a Lop Buri ao templo di Prang Sam Yot e me dei por satisfeita com o que vi por là: era macaco que nao acabava mais!

E os bichos sao malandros, nao podem ver uma bolsa que pulam logo nela e se vc nao os espanta, eles tentam abrir.

Um filhote inventou de pular na minha perna e eu deixei ele livre, para ver quais eram as suas intençoes.

Nao è que o bichinho levantou a minha camiseta atè encontrar o bolso da calça, olhou o que tinha dentro do bolso, viu que nao tinha nada e foi embora. Como è que aprendem essas coisas?

O duro dessa viagem a Lop Buri foi ter que pagar minha lingua. O que eu falo mal dos turistas que se divertem com os pombos nas praças italianas (eu acho que pombo è um rato com asas! Nojento), e là estava eu me divertindo com os macacos nas ruinas tailandesas… 😳

Ban Chiang

Ban Chiang na Tailandia foi um daqueles lugares que eu me animei pra conhecer depois que vi a lista de patrimonios da humanidade da Unesco. Como è bem simples fazer um bate-e-volta aereo atè là a partir de Bangkok, nao pensei duas vezes antes de incluir no roteiro essa cidadezinha que è um dos mais importantes sitios arqueologicos do sudeste asiatico.

Foram descobertos na regiao varios objetos de ceramica e metal do ano 3600 a.C. que desmentem a teoria de que naquela epoca o sudeste asiatico era culturalmente atrasado em relaçao à India e à China.

O interessante è que o lugar foi descoberto por acaso, quando um estudante de antropologia tropeçou num pedaço de um vaso que estava parcialmente enterrado e, olhando ao redor, imaginou que ali poderia ter sido um lugar de sepulturas antigas. Bingo!

Como a cidade de Ban Chiang foi construida em cima do sitio arqueologico, as escavaçoes foram feitas nos quintais das casas de pessoas que as autorizaram ou entao em espaços publicos abertos, de modo a permitir a pesquisa sem destruir a cidade,.

Por causa disso, em Ban Chiang tem sò um lugar onde è possivel ver as escavaçoes, que è no jardim de um templo, todas as outras informaçoes sobre o lugar estao no excelente Ban Chiang National Museum.

Esse museu è realmente excelente, fazia muito tempo que eu nao entrava num museu e lia todas – TODAS – as explicaçoes disponiveis com tanto interesse. O museu està organizado de modo a fazer com que o visitante se sinta o proprio arqueologo, è muito interessante!

Alem das explicaçoes sobre como as escavaçoes foram realizadas, eles contam e demonstram como era a vida na epoca. Quando afirmam que a dieta das pessoas era a base de carboidratos, eles colocam uma mandibula com as evidencias de caries e manchas nos dentes para ilustrar essa afirmaçao.

A mesma coisa quando afirmam que a populaçao sofria de anemia, là està um pedaço de osso mais poroso que demonstra os indicios da doença. Atè mesmo pra explicar os metodos de fabricaçao da ceramica ou dos apetrechos em metal eles demonstram como os arqueologos chegaram às suas conclusoes.

O museu de Ban Chiang è um lugar que vale muito a pena ser visitado e ainda dà pra combinar com a visita ao mar de flor de lotus, num bate-e-volta aereo bem simples a partir de Bangkok.

Mar de flor de lotus

Para visitar o museu de Ban Chiang, na Tailandia, nòs inventamos um outro bate-e-volta aereo a partir de Bangkok. O programa inicial era ir ate Udon Thani de aviao e contratar um taxista para nos levar a Ban Chiang e que ficasse à nossa disposiçao o dia todo.

O problema è que, quando chegamos no aeroporto de Udon Thani, nao tinha nenhum taxista que soubesse os minimos rudimentos de ingles para nos acompanhar e o fulano da companhia de taxi  nos aconselhou a alugar um carro sem motorista mesmo, que nao teriamos problema em dirigir por ali.

E assim foi feito. Carro na mao, visitamos o museu que gostariamos de visitar e ainda tinhamos a tarde toda livre antes de voltarmos para Bangkok. O que fazer?

Eu tinha visto uns cartazes que pareciam convidar para um passeio em um lago cheio de flor de lotus vermelha, mas essa era a unica coisa que eu conseguia deduzir daquele cartaz escrito todo em tailandes.

Perguntamos a um funcionario do museu se ele sabia do que se tratava e ele apontou o nome de uma cidade ali perto de Udon Thani no mapa que tinhamos em mao.

Virei a Lonely Planet de cabeça pra baixo e nao encontrei nem uma linha sequer sobre esse tal lago com as flores, muito menos o nome da cidade que o funcionario do museu tinha apontado. Mas como tinhamos tempo livre e um carro com GPS  a disposiçao, resolvemos arriscar.

Seguimos em direçao a tal cidade – Kumphawapi, se nao me falha a memoria – e eu via cada vez mais cartazes com as fotos do lago com as flores. Bom sinal!

Tirei foto do cartaz, caso precisasse perguntar a direçao para alguem pelo caminho; mas nao foi preciso,  a cada 500m tinha um cartaz indicando a estrada a seguir. Aposentamos o GPS, seguimos os cartazes e chegamos no nosso destino direitinho sem errar!

O lugar parecia muito turistico e muito organizado para o turismo (turismo interno pelo menos, nao tinha uma alma que falasse ingles por ali, e nòs eramos os unicos nao-tailandeses),  com barraquinhas vendendo comida e barcos para passear por entre as flores.

Na base da mimica, contratamos um tour de barco e là fomos nòs ver as flores de perto. Eu nao dou muita sorte com flor e na Tailandia nao poderia ser diferente: as flores estavam fechadas, mas mesmo assim o lago era bellissimo! Enorme! Cheio de flores! Surreal!

Ja de volta a Bangkok, fui pesquisar sobre esse tal mar de flores de lotus na internet e li em algum lugar que a estaçao das flores vai de dezembro a março e que a visita deve ser feita preferencialmente pela manha, pq de tarde as flores fecham…

Se eu soubesse disso antes…

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