Nosso roteiro na Ilha de Pascoa – parte 2

Continuando o post anterior

3° dia – Rano Raraku e Anakena:

No nosso terceiro dia na ilha de Pascoa, fizemos o roteiro de um dia inteiro sugerido pelo livro do James com algumas adaptaçoes. Pra quem tem pouco tempo na ilha, esse è o roteiro ideal (em preto no mapa)!

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E, na minha opiniao, nao è sò o roteiro mais completo, mas tambèm è o mais interessante de todos, pois ele reune num unico passeio todos os estereotipos da ilha de Pascoa: paisagens desoladas, moais enfileirados em cima de uma plataforma, cabeças de moais que “brotam” da terra, praia azulzinha… Tà tudo ali!

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Nòs começamos o dia indo diretamente para a praia de Anakena, uns 20 minutos de carro de Hanga Roa, numa estrada bem boa, mas cheia de cavalos soltos. Preferimos ir à praia pela manha porque o livro do James dizia que a melhor luz para fotos è de manha e que os onibus de turismo chegam no final da tarde.

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Realmente, de manha quando chegamos nao tinha uma viva alma na praia. Um pouco mais tarde chegou outra familia com crianças e mais ninguem atè quase a hora do almoço; praia praticamente exclusiva pra nòs.

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O unico problema de se ir a Anakena de manha è que, como nao tem ninguem, a pouca infra-estrutura do lugar (banheiro e restaurantes) abre sò depois do meio-dia (e esse “depois” è um conceito bem elastico, nao espere nada aberto meio-dia em ponto!).

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Aproveitamos bem a praia pela manha, almoçamos por ali; mesmo porque  praqueles lados da Ilha de Pascoa nao existe outra alternativa.

Um detalhe que pode incomodar è que, embora tenha banheiro a pagamento (1 dolar, mais ou menos), nao existe chuveiro, entao voce necessariamente vai passar o resto do dia fazendo turismo cheio de areia.

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E là fomos nòs, cheios de areia, pra visitar Ahu Tongariki, a maior plataforma com moais de toda a Polinesia. Sao 220 metros com 15 moais em cima!

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Enormes e imponentes, de costas pro mar, praticamente na beira da estrada, em fila, esperando para serem fotografados! E diz a lenda que ver o sol nascer atras dos moais em Ahu Tongariki seja magico.

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Seguindo o roteiro, fomos a Rano Raraku, a “fabrica” de moais; o lugar onde os moais eram esculpidos antes de serem levados às plataformas. Lembra do bilhete de entrada comprado no dia anterior? Entao, voce vai precisar dele pra entrar em Rano Raraku.

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Em Rano Raraku existem quase 400 moais em varios estagios de construçao, desde as cabeçonas jà prontas que brotam do chao (que na realidade sao moais inteiros, mas enterrados) atè “esboços” de moais ainda dentro da montanha.

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Existe uma trilha bem delimitada para seguir e pra ver todos os moais, mas eles nao fornecem nenhum material de apoio, sò um painel na entrada do lugar, entao se nao tiver um guia, ou se nao prestar muita atençao em tudo quanto è pedra por ali, è capaz de voce nao reconhecer alguns detalhes.

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Um casal de turistas me viu fotografando um pedaço de montanha e veio me perguntar o que eu estava fotografando. A cara de espanto deles foi impagavel, quando descobriram que estavam diante do maior moai jà construido e nao tinham visto!

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No roteiro sugerido no livro do James, existem outros lugares a serem visitados, como Te Pito Kura (o maior moai colocado sobre uma plataforma, mas que hoje se encontra caido no chao), Papa Vaka (petroglifos), Aku Akahanga (plataforma nao restaurada com restos arqueologicos de casas e fornos) mas nòs nos demos por satisfeitos com o que haviamos visto e voltamos para Hanga Roa pela estrada panoramica do litoral.

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Terminamos o dia no modo mais turistico possivel: num jantar com show de dança polinesia.  Escolhemos o restaurante Te Ra’ai, por ser o unico restaurante que oferece a oportunidade de experimentar o “umu” o tradicional metodo polinesio de cozinhar.

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Eles botam toda a comida dentro de um buraco com pedras quentes e deixam tudo ali por um bom tempo. E’ um metodo bem curioso, mas nao dà pra criar grandes expectativas em relaçao à comida…

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Depois do jantar, nos levaram para o show. Eu nunca tinha visto um show de dança polinesia na vida, entao nao tenho parametros pra comparar. De repente caì na maior armadilha turistica do mundo,  mas mesmo assim gostei muito do que vi e me diverti bastante. Achei que foi um otimo modo de terminar nosso dia! 😉

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