Schiermonnikoog

Aproveitando o feriado de 1 de maio, fomos explorar a Holanda e no nosso roteiro incluimos 2 dias de relax em Schiermonnikoog, uma pequena ilha ( e poe pequena nisso, sua extensao è de apenas 16km x 4km) no norte do paìs, no Waddenzee, pertencente ao arquipelago das Frisias.

Pelo que pesquisamos, Schiermonnikoog è a ilha mais turistica e mais badalada de todo o arquipelago, principalmente por causa do seu parque nacional, uma importante reserva natural tombada pela Unesco como patrimonio da humanidade e principal atraçao local.

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O unico modo de se chegar na ilha è o ferry boat (ou a pè, se vc for um wadloper), partindo de Lauwersoog.

Enquanto estavamos esperando o horario de saida do ferry boat, reparei que o povo que deveria embarcar com a gente carregava sò mochilas pequenas e, com isso acabei me preocupando com as nossas 3 malas + carrinho de bebe. Vai que chegando là nao teremos como carregar as malas atè o hotel, jà que nao existem carros na ilha…

Rapidinho, reorganizei a bagagem para levar tao somente coisas para 2 dias e deixamos o resto dentro do carro. Ah, no porto em Lauwersoog tem um estacionamente bem grande e coberto, que custa 5 euros por dia.

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O fato que nao existem carros em Schiermonnikoog è relativo. Na realidade, turistas nao podem levar os proprios carros, mas na ilha existem onibus que fazem o transfer porto-hotel-porto e 2 taxis (uma corrida de qualquer lugar para qualquer lugar vai custar uns 10 euros).

Os mais animados podem percorrer os 3km que separam o porto de Schiemonnikoog da cidade a pè. Quer dizer, atè daria para levarmos toda a nossa bagagem, mas gostei de poder viajar mais leve.

Como estamos na Holanda, o principal meio de transporte por ali, como nao poderia deixar de ser, è a bicicleta. Aquele pessoal que embarcou no ferry sò com a mochila, jà alugou a bicicleta no porto mesmo e saiu pedalando feliz da vida.

Por motivos de força maior (ou menor, considerando que a herdeira acabou de fazer 6 meses), pegamos um dos onibus que nos deixou comodamente na porta do nosso hotel.

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Apesar de ser extremamente turistica (a Wikipedia diz que aproximadamente 300 mil turistas visitam a ilha por ano), a maior parte dos turistas sao holandeses e nao existem informaçoes escritas em ingles por là.

Do menu dos restaurantes atè o pequeno museu do centro de visitantes è tudo em holandes, entao nos sentimos num lugar exotico, perdidos no meio do nada, mas ao mesmo tempo nao tivemos problemas com a comunicaçao, porque todo mundo por là fala ingles.

A atraçao principal de Schiermonnkoog sao as atividades ao ar livre. O ideal è alugar uma bicicleta, botar um sanduiche na mochila e sair explorando a ilha. Como a herdeira ainda nao ficava sentada de maneira estavel, descartamos a bicicleta e fizemos os nossos passeios todos a pè, bem tranquilos curtindo a paisagem e os passaros.

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Uma das atividades mais procuradas em Schiermonnikoog è o wadlopen, ou seja, caminhadas na lama. Quando a mare tà baixa, se forma um verdadeiro mar de lama ao sul da ilha para a alegria dos turistas mais intrepidos e o centro de visitantes oferecer excursoes guiadas desde as mais simples, como um passeio curto pela lama, atè caminhadas mais serias da ilha para o continente.

As caminhadas no mar de lama devem ser feitas exclusivamente atraves de excursoes guiadas por 2 bons motivos: primeiro pq toda a area è protegida, no meio daquele lamaçal todo existe um ecossistema unico e delicado, entao è preciso garantir que ninguem và se aventurar fora dos lugares permitidos; e segundo por questoes de segurança, pra evitar que turistas se encontrem bem no meio do mar quando a marè resolve subir de novo.

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Antes de viajar, eu atè estava animada para experimentar o passeio mais simples na lama, mas para os meus parametros, o tempo nao colaborou. Os holandeses diziam que o tempo tava lindo, mas por causa da herdeira, achei que estava ventando demais (nao è a toa que a Holanda è a terra dos moinhos!) e que estava fazendo frio demais (uns 8°C), ainda que com ceu azul e sol brilhando. Sim, eu sei… sou fresca! 🙁

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4 thoughts on “Schiermonnikoog

  • 28/05/2013 at 13:30
    Permalink

    Bom dia,
    Como vai?

    Meu nome é Taísa, sou gerente das contas de viagem no Afilio.
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    Fico a disposição e no aguardo da sua resposta.

    Obrigada.

    Abraços,

    Reply
    • 31/05/2013 at 13:51
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      Nao tenho interesse, Taisa.
      Bjs

      Reply
  • 04/06/2013 at 15:42
    Permalink

    Luiza, adorei sei relato… confesso que não me empolguei muito em visitar essa ilha cheia de lama (risos). Esses holandeses sempre me surpreendem.
    Estou aqui achando engraçado seu comentário sobre o vento, isso foi uma das coisas que mais me chamou atenção na época que morei em Amsterdam, pois os pais estão nem aí com o vento, chuvisco e afins … até perguntei para um holandes se eles não tinham preocupação se a criança fosse pegar uma doença ou sei lá, ele me disse que era bom, pois eles tinham que se acostumar com os elementos desde cedo (risos)…
    Isso é o legal de viajar e aprender como os locais vivem, né?
    bjão

    Reply

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